Significado de Rh

RH é a sigla que significa Recursos Humanos. Trata-se de um departamento empresarial responsável pela seleção, contratação, treinamento, remuneração, administração das regras profissionais da empresa e comunicação entre os funcionários e a organização. Também é referência ao total e valor qualitativo de empregados e colaboradores da empresa ou conglomerado.

O nome do departamento é Recursos Humanos devido a ideia de que as pessoas de uma empresa também são um recurso que precisam de cuidado e administração. Trata-se de um setor importante, que engloba todos os funcionários de todos os setores e cargos.

Relacionado ao capital humano, os recursos humanos visam melhorar e facilitar o controle e produção dos funcionários. Além disso, é esse o setor responsável por controlar e fiscalizar os outros departamentos para assegurar de que tudo está acontecendo conforme dizem as leis trabalhistas.

O que são Recursos Humanos (RH)?

Recursos Humanos são as pessoas que fazem parte de uma empresa. Assim como há os Recursos de Produção (que se referem aos equipamentos) e Recursos Materiais (os materiais usados para a produção), há os Recursos Humanos, referente às pessoas que trabalham no local.

Empilhamento do quadro de funcionários
Selecionar, entrevistar e contratar profissionais são algumas das responsabilidades do RH (Foto: depositphotos)

Por isso, esse nome acabou sendo atribuído ao Departamento que cuida das pessoas da empresa. Seja a entrada, estadia, direitos, regras, negociações e saída dos funcionários. É de extrema importância que empresas de médio e grande porte tenham um Departamento de RH.

Assim como os outros recursos, os profissionais também são parte importante, por isso um departamento que contribua e administre a estadia deles na empresa. Para isso, o RH serve para gerenciar os funcionários de todos os setores, dos cargos altos aos mais baixos.

Para que serve o Recursos Humanos de uma empresa?

Esse departamento serve justamente para administrar as pessoas que trabalham em determinada empresa! Enquanto os outros setores têm os seus objetivos de produção e gerenciamento, por exemplo, o RH serve para administrar os funcionários.

Os objetivos são: realizar as seleções e entrevistas de empregos para novos funcionários, realizar as contratações e treinamentos, negociar as remunerações, fiscalizar os pagamentos de salários, entre outros.

Também é muito importante como meio de comunicação entre a empresa e os funcionários. Por exemplo, se entra uma regra nova na organização, é o RH quem transmite essa informação através dos meios que achar necessários.

Além disso, também é o meio de comunicação no sentido contrário. Ou seja, do funcionário com a empresa. Se um funcionário quer fazer uma reclamação, dar sugestões ou mesmo se desligar da empresa, ele deve procurar o RH.

Algumas empresas também designam ao RH os processos referentes à folha de pagamento e controle de horas extras dos funcionários. Isso envolve o cálculo e pagamento de rescisões, além do acompanhamento do contencioso trabalhista.

Os processos pós-demissão ou desligamento também são de responsabilidade do RH. Por exemplo, a garantia dos direitos como acordos de demissão e administração dos pagamentos de seguro-desemprego.

O que significa “procurar o RH”?

Geralmente, quando alguém fala que vai procurar o RH da empresa significa que ela vai procurar o departamento para fazer alguma reclamação ou denúncia. Isto acontece pois esse é o setor encarregado de garantir os direitos, dignidade e bem-estar dos funcionários.

Por isso, quando há abuso de poder ou influência, assédio, bullying ou mesmo crimes dentro da organização, é preciso se dirigir ao RH para realizar a denúncia.

Caso não haja RH na empresa ou o departamento não trabalha corretamente, o ideal é procurar a Justiça do Trabalho ou Ministério do Trabalho para efetuar as denúncias.

Apesar disso, um funcionário também pode procurar o RH em busca de ajuda, gozo de direitos ou benefícios. Por exemplo, no caso de licenças médicas, solicitação de folgas e férias, documentos de comprovação profissional, etc.

O que é um profissional de RH?

Profissional de RH é aquela pessoa que possui curso ou graduação em Gestão de Recursos Humanos (também chamado de Gestão de RH). Esse é um profissional especializado no trabalho de administração dos recursos físicos, intelectuais e de gestão de pessoas em uma organização.

Um profissional desse ramo é capacitado para desenvolver estratégias e ações de RH, como seleção, qualificação e capacitação de pessoas. Além disso, é responsável por promoção e avaliação de desempenho, elaboração de plano de cargos e salários, plano de carreiras, benefícios, qualidade de vida e coaching de executivos em empresas.

O que é Gestão de RH?

Gestão de Recursos Humanos é uma área de estudo que prepara profissionais para gerenciar pessoas e lidar com processos relacionados à administração do quadro de funcionários e colaboradores de uma empresa.

Por isso, é essencial para um bom setor de RH que os profissionais atuantes tenha cursado a Gestão de RH. Só assim, terão capacidades ideais de gerência de pessoas e processos importantes na administração do quadro de trabalhadores.

Vale a pena investir nos Recursos Humanos de uma empresa?

Com toda a certeza! As pessoas que trabalham em uma empresa precisam ser entendidas como um recurso tão importante quanto os materiais e equipamentos que usam. Aliás, são ainda mais importantes que todo o resto!

Os colaboradores que fazem a empresa, e não o contrário. Ter funcionários confiantes, bem gerenciados e capacitados é um dos segredos para uma empresa de sucesso. O RH também garante o contato com os funcionários, a fim de entender complicações e dificuldades, que quando resolvidas, ajudam a empresa a crescer.

Também é o setor de RH que se encarrega das comemorações de datas especiais, confraternizações, brindes, atividades em grupo e outros processos que aproximam os funcionários e desperta a sensação de bem-estar na empresa.

Equipe comemorando
Os departamento de Recursos Humanos é uma ponte entre funcionário e empregador (Foto: depositphotos)

O RH também é muito importante para identificar talentos e capacitá-los para crescer dentro da empresa. Com isso, o quadro de funcionários vai ficando cada vez melhor e mais polido.

Muitas empresas incluem no Departamento de RH profissionais da psicologia a fim de ajudar os funcionários em suas questões pessoais. Muitas vezes um bom profissional está passando por momentos complicados em sua vida e carreira, e tudo o que precisa é de amparo terapêutico para voltar a colaborar 100% com a empresa.

O trabalho do RH repercute em todos os setores empresariais e profissionais, desde os os cargos inferiores até os cargos de chefia. Muitas vezes, esse trabalho pode alcançar até mesmo as famílias dos componentes do quadro de pessoal da empresa.

História do RH: Como surgiu?

No início do século XX, os profissionais eram tratados apenas como força de trabalho e mão-de-obra. Essa era uma característica comum do modelo aplicado da Teoria Clássica de Administração, do francês Jules Henri Fayol.

Nesse modelo, a única função dos trabalhadores era cumprir seus deveres e atender as demandas produtivas da organização. Sendo um modelo retrógrado e opressor, os trabalhadores não podiam questionar ou exigir nada, não haviam muitos direitos trabalhistas também.

Vale ressaltar que nessa época já existia departamento de RH, mas não com esse nome e nada parecido com os de hoje em dia. Sua função era realizar pagamentos e garantir o máximo de produção, mesmo com os trabalhadores sendo forçados e manipulados extremamente.

Os primeiros estudos e aplicações dos modelos de RH surgiram em 1920, com a criação da Escola de Relações Humanas. Foi quando começou o processo de mudança que percorre até hoje. O movimento defendia a humanização e a garantia da qualidade de vida no trabalho. Além da aplicação e garantia dos direitos e da remuneração.

Nos anos de 1930, criou-se a Teoria das Relações Humanas, que trazia um novo modelo, mais baseado na gestão humanizada e inclusiva. Portanto, foi nesse momento que o RH começou a ser semelhante com o de hoje em dia. O setor defendia o capital humano e via a importância dos trabalhadores.

Hoje, o setor de RH é um departamento estratégico.  Visa a melhoria da produção, a qualidade do trabalho, o cumprimento das leis e desenvolvimento da organização. Inclusive, é comum que gestores de RH sejam promovidos a diretores e até mesmo a presidência na empresa.

Filantropo: O que é, significado e conceito

Filantropo é um adjetivo dado a quem pratica a filantropia, ou seja, a ação de sentir amor e apreço pela humanidade. Trata-se da pessoa de caráter altruísta, que faz obras de caridade, ajuda os próximos e pratica o bem sem intenção de ser recompensado(a) por isso.

Uma pessoa que pratica a filantropia não distingue as pessoas por cor, raça, religião, orientação sexual ou qualquer outro aspecto. Seu único critério é ajudar pessoas, seja financeiramente ou através de ações benéficas e inclusivas.

A filantropia está muito ligada a bondade e a consciência de que há pessoas necessitadas que podem ser ajudadas. Principalmente pessoas que estão à margem da sociedade ou que já sofreram perseguição, foram e são vítimas de exclusão social.

O que é filantropo?

Ser filantropo é sinônimo de ser caridoso, benfeitor e altruísta. Isso quer dizer, aquele(a) que se preocupa e age em favor das outras pessoas. É quem pratica o amor ao próximo sem querer nada em troca. Por isso, trabalha com dedicação pela caridade e pelo bem-estar dos mais necessitados.

Pessoas arrecadando doações
Ser filantropo significa ter a caridade como uma filosofia de vida  (Foto: depositphotos)

Sendo assim, é chamado de filantropo(a) aquela pessoa que tem como um dos seus objetivos de vida tentar melhorar a humanidade. Dessa forma, ela trabalha para diminuir a pobreza, fome, exclusão, preconceitos e outros males da sociedade.

O que difere uma pessoa filantropa de uma pessoa comum que faz caridade é que o seu altruísmo é intrínseco e ela não quer nada em troca. Isso significa que suas intenções partem da sua filosofia de vida. Assim, ela acredita que pode melhorar a vida dos seus semelhantes de alguma forma.

Por exemplo, alguém que compra um prato de comida para uma pessoa necessitada vez ou outra não é considerada filantropo. Apesar de ser um gesto de caridade muito bonito e válido. Pois essa é uma ação apenas, e não uma filosofia de vida e uma prática rotineira. Não há dedicação para combater esse problema ou sua origem de forma geral.

Isso não quer dizer que uma pessoa filantropa precisa dedicar a sua vida apenas a fazer o bem, mas isso precisa estar sempre presente em sua vida. Empresários que se utilizam da responsabilidade social para oferecer serviços de graça contínuos para pessoas carentes podem ser considerados filantropos.

Muitos artistas, pessoas comuns e grupos de amigos também abrem espaços ou desenvolvem programas de acolhimento, educação e alimentação para pessoas necessitadas, o que é um ato de filantropia.

Origem do termo

A palavra filantropia vem do grego philánthropos, que tem como tradução “amigo da humanidade” ou “amor pela humanidade”. É uma palavra que nasceu para definir as pessoas que praticavam a caridade e lutavam pela diminuição da pobreza na Grécia Antiga.

Entretanto, alguns estudos afirmam que a palavra nasceu em Roma, no ano de 363. O Imperador Flávio Cláudio Juliano estaria disposto a restaurar o paganismo como religião romana. Para isso, baseou-se na caridade e criou o termo filantropia para dar nome as suas ações.

Outros pesquisadores, mais ligados a religião católica, afirmam que o termo filantropia está presente em uma carta cristã do apóstolo Paulo datada de 66 d.C..

No português, a palavra se escreve sem acento, mas se pronuncia como se tivesse acento circunflexo no primeiro “o” (“filantrôpo”). No inglês, o termo se escreve philanthropist.

Entidade filantrópica: Entenda o que é

Entidade filantrópica é o nome dado à organização de pessoa jurídica que tem como objetivo prestar serviços à sociedade. Explicando de forma clara, é como uma empresa que tem como serviço e objetivo atuar em benefício das pessoas, praticando o bem e diminuindo desigualdades sociais.

As principais pessoas beneficiadas pelas entidades filantrópicas são as pessoas carentes ou vítimas de exclusão e preconceitos na sociedade. Neste caso, essas organizações trabalham sem fins lucrativos ou objetivos financeiros.

As entidades filantrópicas podem surgir da iniciativa governamental, civil ou empresarial. Ou seja, tanto Governo, uma empresa ou uma pessoa pode abrir uma entidade desse tipo para ajudar pessoas e praticar o bem sem querer nada em troca.

Contudo, atualmente é preciso seguir e preencher algumas normas e exigências para se obter o título de entidade filantrópica. Afinal, a maioria dessas organizações se mantém com doações e investimentos que precisam constar na fiscalização do Estado, para evitar a lavagem de dinheiro.

Clicando nesse link, você verá uma lista enorme de várias entidades filantrópicas no Brasil. A lista foi feita pelo Portal Brasil. Você pode conhecer e ajudar essas organizações e compartilhar caridades com outras pessoas!

É a mesma coisa que ONG?

Não. ONGs são Organizações Não Governamentais. Também não podem ter fins lucrativos e precisam ter origem formal e autônoma, sem envolvimento do Estado. Outra diferença é que as ONGs não precisam ter como objetivo apenas melhorar a humanidade, mas também meio ambiente, ecologia, entre outros.

Uma entidade filantrópica pode surgir da iniciativa do Estado, já as ONGs não podem. O Governo pode abrir um asilo, albergue ou orfanato para prestar o bem a pessoas necessitadas, por exemplo. Entretanto, não pode abrir uma ONG.

O objetivo das ONGs é a ação solidária entre voluntários das políticas públicas de humanidade, sociedade e meio ambiente. Essas pessoas se dedicam a acolher indivíduos com condição de cidadania excluída pelo Estado e lutar por causas não supridas pela ação do Governo.

As ONGs também podem ser entidades de filantropia, mas não envolvem apenas a ação pela humanidade. Há ONGs que protegem e conscientizam sobre a situação de animais de rua ou silvestres, áreas de florestas e outros.

É preciso ser rico para ser filantropo(a)?

Não, mas essa é uma dúvida de muita gente! Normalmente, as mídias – principalmente a TV – referem-se à filantropia como uma ação de pessoas ricas ou famosas, mas não é preciso ter muito dinheiro ou passes para praticar a filantropia.

As ações de filantropia estão mais ligadas no poder de fornecer algo, ou tempo e atenção as pessoas e causas sociais. O objetivo é se sentir bem ajudando as pessoas. Por isso, uma pessoa caridosa que pratica ações rotineiras de altruísmo em igrejas, hospitais, escolas e entidades também é uma pessoa filantropa.

O que é misantropo?

Misantropo é o oposto de filantropo. Ou seja, é a pessoa que tem ódio e aversão pela humanidade. É quem pratica o mal, aprecia a desigualdade, o preconceito e a exclusão. Essa pessoa trabalha para que os males sociais continuem existindo.

Um dos exemplos mais famosos da misantropia é o uso de grampos nas calçadas e embaixo de pontes e viadutos. Eles são postos nesses locais para que as pessoas de rua não possam deitar para dormir.

Muitas pessoas também consideram a corrupção política um ato de misantropia. Isso porque quando o dinheiro público é desviado, muitas pessoas deixam de receber serviços básicos que são parte dos Direitos Humanos e constituem a dignidade dos cidadãos.

É sinônimo de egoísta, individualista e egocêntrico. Apesar disso, misantropo também é um adjetivo que designa pessoas que não gostam de contato social. Por isso, não confiam na sociedade no geral e não têm esperança que os indivíduos possam mudar.

Nesse último caso, misantropo é sinônimo de desconfiado, insociável, introvertido, sombrio, triste e retraído.

Exemplos de filantropia no mundo

Em primeiro lugar, precisamos falar da maior entidade filantrópica do mundo: The Giving Pledge. Criada pelos bilionários Bill Gates e Warren Buffett nos EUA, a organização convocou vários bilionários do mundo inteiro para doarem metade das suas fortunas com o objetivo de diminuir a desigualdade no mundo.

Home da The Giving Pledge
Essa organização filantrópica é uma idealização de Bill Gates e Warren Buffett (Foto: Site The Giving Pledge)

Hoje, a The Giving Pledge reúne cerca de 70 filantropos milionários e bilionários que concordaram em doar 50% das suas fortunas em prol das causas humanitárias. As principais são o combate a fome (principalmente na África), moradia para os pobres e distribuição de água potável em vários países do mundo.

Exemplos de filantropia no Brasil

No Brasil, a filantropia não é tão comum quanto nos países desenvolvidos da América do Norte, Europa e Ásia. Contudo, existem grandes entidades que ajudam muitas pessoas e que você certamente já ouviu falar. Veja a lista:

Seja um filantropo(a)

A filantropia é mais do que uma ato de bondade, é uma ato de responsabilidade. “Fazer o bem faz muito bem” como diz o ditado popular. Olhe ao redor na sua cidade e veja quais são as necessidades das pessoas carentes. Seja a pessoa que toma a iniciativa!

Há outro ditado que diz que a gente não consegue mudar o mundo, mas consegue melhorá-lo para outras pessoas. Reflita sobre essa filosofia e, acima de tudo, comece a agir. Como já foi dito no filme “Corrente do Bem” (2000): Às vezes a ideia mais simples faz a maior diferença.

Significado de bodas de ouro

O significado de bodas de ouro é bem popular. Isso porque há anos se comemora a data simbolicamente com grandes festas e homenagens. Afinal, as bodas de ouro celebram cinco décadas de união.

O casal com 50 anos de casamento e de convivência tem muita história para contar e, principalmente, muito o que festejar. Por isso, é comum a festa das bodas de ouro ser comemorada com a participação de muitas pessoas da família e amigos queridos que participaram dessa trajetória de vida.

Simbolismo das bodas de ouro 

Os aniversários de casamento são representados por diferentes tipos de materiais. Por exemplo, 1 ano de casamento são bodas de papel. Dois anos são bodas de algodão e assim, por diante.

O ouro é um metal valioso, considerado um bem de alto valor. Por isso mesmo foi o escolhido para representar os 50 anos de casamento. Afinal, nada mais precioso que uma união estável e duradoura.

Alianças de ouro entrelaçadas
O ouro foi escolhido para simbolizar a resistência e preciosidade de um casamento de 50 anos (Foto: depositphotos)

Para entender mais, você conhecerá agora a origem do ouro e como ele é transformado.

Origem do ouro

Embora muito se pesquise, não há uma explicação oficial da origem do ouro. Os cientistas acreditam que ele vem das profundezas da Terra. Sabemos que o nosso planeta tem três camadas: crosta, manto e núcleo. 

O ouro teria sua maior concentração no manto, uma região totalmente inacessível aos homens. O ouro, bem como os outros metais mais comuns como ferro, alumínio ou cobre, estaria na crosta, simplesmente por conta de erupções vulcânicas que teriam “empurrado” esse metal mais para a superfície.

Isso teria acontecido há mais de 200 milhões de anos, quando o continente começou a se separar em um fenômeno conhecido como pluma do manto, uma espécie de racha da crosta. O ouro e os outros metais teriam se transferido do manto para a crosta e assim, enriquecido a parte mais acessível para o homem.

Ainda assim, essa teoria explica como o ouro chegou às camadas mais próximas do homem que tornou a sua extração possível. No entanto, ainda não afirma de onde o ouro teria surgido.

A explicação para isso é dada por cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), um dos mais respeitados centros de ciências do mundo, que fica nos Estados Unidos.

Uma equipe de pesquisadores acredita que o ouro foi criado a partir de explosões de nêutrons geradas por uma colisão entre estrelas e um planeta. Mais especificamente entre estrelas e Reticulm II, uma galáxia-anã que fica a 98 mil anos-luz da Terra. 

Segundo os estudiosos, essa galáxia é riquíssima em metais, inclusive o ouro. E seria esse choque o responsável por trazer esse metal valioso para a terra, por meio de asteroides. Sendo assim, a origem no ouro viria do espaço e ao cair na terra teria ido para suas profundezas, restando apenas pouquíssimas concentrações mais próximas à superfície.

Características do ouro

O ouro é um metal extremamente valioso e raro. As características dele, o fazem assim. Não é à toa que ele representa uma união de 50 anos. E podemos dizer que suas peculiaridades muito têm a ver com um casamento. Veja a seguir a relação entre eles. 

Raridade 

O ouro é um metal raro. Uma pesquisa feita pelo Laboratório de Pesquisa Geológica Experimental de Alta Pressão, da Universidade Dalhousie, no Canadá, afirma que a concentração média do ouro na crosta da Terra, onde vivemos, é de apenas 4 partes por um bilhão. Isso o torna, raríssimo.

Um casamento de 50 anos de convivência também é assim, muito raro. Dedicar 5 décadas de amor, respeito e união realmente é algo raro e digno de celebração. Portanto, é totalmente compreensível que esse metal precioso tenha sido escolhido para essas bodas.

É maleável 

Você sabia que o ouro pode tornar-se maleável? Isso mesmo. Sob altas temperaturas, o ouro é um metal que pode adquirir muitas formas. Por isso, é natural tantos objetos adquirirem formas maleáveis, como anéis, cordões e todo tipo de adereço e peça. Sabemos que existem louças, altares e até elementos decorativos feitos com esse metal. 

Assim também podemos comparar essa característica ao casamento. Os casais que convivem tanto tempo juntos são praticamente unânimes em afirmar que um dos segredos para tanto tempo de convivência é a maleabilidade. Ou seja, o saber ceder, abrir mão dos seus próprios interesses e saber realizar os desejos.

Não se oxida

O ouro é um metal que praticamente não se oxida. A oxidação é a reação química em que átomos, íons ou moléculas perdem elétrons. Assim, os metais podem sofrer oxidação, porém o ouro é um elemento altamente resistente a esse processo.

Sua alta resistência e durabilidade fazem com que o ouro seja compatível com um casamento de 5 décadas. Pois, uma união sólida é aquela que não se desgasta durante o passar dos anos e que é forte o suficiente para vencer as dificuldades do dia a dia. 

Brilhante

O ouro é um metal brilhante e precioso. Com o tempo, ele pode perder um pouco desse brilho, mas nada que um bom polimento não traga de volta a sua essência. 

Assim também é o casamento. O seu brilho deve ser constante e, por meio dele, iluminar a vida de toda a família. Um amor sólido e duradouro tem esse poder de emanar luz para todos em volta e abrir caminho para a felicidade.

Puro

O ouro é um metal puro. Para extraí-lo uma longa lista de ações deve ser feita. Portanto, quando mais puro mais valioso. 

As bodas de ouro refletem bem essa característica. Um amor puro é capaz de durar muitas décadas e gerar inúmeros momentos inesquecíveis, graças à relação fiel, carinhosa e dedicada que o casal cultiva.

Melhor significado de bodas de ouro 

Em síntese, o melhor significado de bodas de ouro é aquele que prova que o amor resiste ao tempo e é capaz de perdurar por décadas com muito carinho, respeito e dedicação.

Os 50 anos de casamento é uma data importante que merece mesmo ser remetida a um metal tão raro e precioso como o ouro.

Significado de ‘jeitinho brasileiro’

Você sabe o significado de “jeitinho brasileiro”? Essa é uma expressão que caiu no dialeto popular que tem uma série de significados. Porém, nem todo mundo tem pleno conhecimento sobre os principais deles.

É bom destacar que a origem da expressão é objeto de estudo dos historiadores e cientistas. Isso porque esse “jeitinho brasileiro” tem influência direta no comportamento, eventos políticos e sociais que assistimos no Brasil.

Para descobrir todos os detalhes relacionados ao tema, fique de olho nesse artigo. Além do significado, você vai conseguir esclarecer muitas outras dúvidas. Lembrando que a pesquisa é a melhor forma de acumular conhecimento e conhecer as coisas.

O que é o ‘jeitinho brasileiro’?

A expressão “jeitinho brasileiro” é bastante usada no dialeto popular para designar uma forma peculiar que o brasileiro tem para resolver problemas e outras situações corriqueiras do dia a dia.

Ela também está vinculada à forma improvisada e muitas vezes informal que o brasileiro resolve situações problemáticas. A partir dessa ultima denominação, fica claro que o tal “jeitinho brasileiro” nem sempre é visto com bons olhos.

Na prática, algumas intervenções que os brasileiros fazem para conseguir algo do seu interesse usando de outras formas diferentes do conhecido dentro das leis e do que é tido como correto para a sociedade.

No mundo dos desenhos, esse modo de viver dos brasileiros é retratado no personagem fictício apelidado de Zé Carioca. Trata-se de um papagaio chamado José Carioca, desenvolvido no começo da década de 1940 pelos estúdios Walt Disney.

Origem do ‘jeitinho brasileiro’

Existem muitos estudos que tratam especificamente sobre o “jeitinho brasileiro”. Por esse ponto já pode ser visto o quanto a expressão é ampla. A partir de agora, você terá oportunidade de conhecer mais sobre a origem dessa expressão.

O artigo “O Jeitinho Brasileiro: Analisando suas Características e Influências nas Práticas Organizacionais”,  do Dr. Leonardo Flach, da Universidade Federal de Santa Catarina e publicado pela Revista Unifacs, a Universidade de Salvador, trata do tema.

Segundo o Dr. Flach, “a literatura acadêmica aborda o jeitinho brasileiro de forma polêmica, pois alguns autores o consideram uma atitude incorreta que denigre normas e leis, e outros o entendem como uma maneira criativa e inovadora de resolver determinados problemas, ou ainda como certa flexibilidade para se desprender das disfunções da burocracia”.

Por outro lado, o livro “O Que Faz o Brasil, Brasil?”, do antropólogo Roberto DaMatta, afirma que as próprias instituições nacionais fazem com que o “jeitinho brasileiro” ocorra. Isso porque, o Estado é coercitivo, principalmente pela realidade opressora e a formalidade excessiva que pesam sobre aspectos da vida cotidiana.

Outro autor que trata da questão é o famoso livro “Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Holanda. Para ele, o jeitinho brasileiro é fruto da cordialidade, que seria nada mais do que agir com o coração.

Os brasileiros teriam como comportamento dar mais ouvidos à emoção do que à razão. Além disso, por conta do contexto histórico do Brasil, os brasileiros teriam uma propensão a tudo o que é informal desde o tempo do Brasil Império.

Mais um livro que trata do jeitinho brasileiro é o da filósofa Fernanda Carlos Borges. Na obra da autora, “A filosofia do jeito – Um modo brasileiro de pensar com o corpo”, ela explica que no Brasil a cultura popular tem mais valor que as leis.

Exemplos do jeitinho brasileiro

A partir de tudo que já foi discutido no artigo, agora fica fácil exemplificar casos onde o “jeitinho brasileiro” é usado no dia a dia. Em muitos casos, isso vem sendo usado como uma prática tão corriqueira que já chega a figurar como saída para os problemas.

Carteirinha de estudante falsa

Todo mundo sabe que em alguns casos, os estudantes garantem meia entrada – pagam 50% do valor total – em cinemas, shows e outros eventos culturais. Nesses casos, o tal “jeitinho brasileiro” é comumente identificado.

Pessoas que não gozam desse benefício, no caso, não são estudantes, acabam encontrando uma forma para burlar as leis e garantem uma versão do documento. De certa forma, esse ato não está dentro da lei.

Esse é um exemplo claro de transgressão das regras que pessoas comuns costumam praticar e não acham que estão cometendo um crime. É um exemplo de jeitinho brasileiro de pagar menos.

Consumir pirataria

O consumo de pirataria é uma realidade que pode ser vista com certa frequência, não só nos grandes centros urbanos. CDs, DVDs, sinal de internet e até TV a cabo, esses são os principais produtos e serviços que são pirateados.

Nesses casos, o “jeitinho brasileiro” é identificado no consumo desses produtos e serviços. Entre os CDs e DVDs, o preço, muitas vezes elevados, faz com que a população use o jeitinho brasileiro para ter acesso aos produtos pirateados.

Já entre o sinal de internet e a TV a cabo o caso acontece de forma igual. As pessoas acabam pirateando o sinal para que a recepção seja feita de forma ilícita, ou seja, sem pagar diretamente a operadora responsável pelo oferecimento do produto.

Pagar propina

Um agente de trânsito ou fiscal da prefeitura encontra irregularidades no seu veículo ou no seu estabelecimento comercial, por exemplo. O que você faz? Paga a multa ou pensa logo em oferecer propina para ele fazer vistas grossas ao que está errado?

Notas de 100, 50 e 20
Pagar propina é um exemplo de ‘jeitinho brasileiro’ negativo (Foto: depositphotos)

Infelizmente, essa situação é bem comum e é um caso típico de jeitinho brasileiro praticado tanto pelo cidadão como pelo agente oficial. Dar dinheiro ao invés de pagar uma multa é ilegal e um ato de corrupção.

Lado negativo do jeitinho brasileiro

Pelos exemplos que foram citados anteriormente já deu para perceber que o jeitinho brasileiro não tem nada de positivo. Muitas vezes, essas atitudes são associadas a falta de educação, mau-caratismo e até corrupção.

Essa é uma forma com que as pessoas encontram para burlar as leis e enganar as pessoas. Nesses casos, atitudes que não fazem parte do que se espera em uma sociedade.

Lado positivo do jeitinho brasileiro

São poucos os exemplos, mas há uma interpretação positiva para o jeitinho brasileiro dentro da sociedade. Quando tomada essa interpretação, o fato passa a figurar como qualidade do brasileiro, se comparado a outras nações.

Para esses casos em específico, o jeitinho brasileiro é associado a uma forma leve, criativa, otimista e flexível de resolver as situações que aparecem no dia a dia. Nesse ponto entra a boa vontade em ajudar o próximo.

O ‘jeitinho brasileiro’ no dia a dia

Por tudo que foi explanado nesse artigo a respeito do jeitinho brasileiro já deu para perceber que, mesmo tendo mais vínculos com situações fora da lei, ele também está relacionado a coisas boas.

Porém, diferenciar entre uma e outra vai depender muito da atuação da pessoa. Talvez seja todas essas nuances que faz com que o jeitinho brasileiro seja tão estudado pelos autores.