Quimera: o que é, significado e conceito

Quimera é um termo com vários significados. O mais conhecido deles se refere a um ser místico, uma fera lendária da mitologia grega. É também uma espécie de peixe e até mesmo um fenômeno genético. Descubra aqui todos os significados deste termo.

Você provavelmente está procurando o significado de quimera enquanto criatura lendária. Isso faz todo o sentido, uma vez que é por causa disso que o nome “quimera” é famoso. Trata-se de um animal muito presente em livros de fantasia e filmes.

Também é uma palavra bastante comum nos estudos e representações de alquimia. Isso acontece devido ao fato de que se atribui a estes estudiosos as tentativas (reais ou não) de tentar “reproduzir” esta criatura.

Veja abaixo tudo sobre as quimeras, seja o mito, o peixe ou o fenômeno genético.

Quimera: a criatura mitológica

De acordo com a mitologia grega, Quimera (ou Chimera) é o nome da criatura mitológica que possui um corpo híbrido de leão, cabra e dragão. Trata-se de um ser monstruoso que possui a habilidade incomum de cuspir fogo.

Quimera da mitologia
A quimera possui um corpo híbrido de leão, cabra e serpente (Foto: depositphotos)

A lenda diz que essa criatura vivia na Lícia, nas região da Ásia Menor. Geralmente era descrita como um leão, com as cabeças de uma cabra e de um dragão anexadas ao corpo. Algumas versões da lenda também citam que sua cauda era uma serpente.

Há também gravuras que representam a quimera com asas de dragão. Em esculturas antigas, principalmente em estruturas europeias, o animal é representado tendo asas de penas gigantes, parecidas com as asas dos grifos.

Na classificação de popularidade das criaturas místicas, a quimera está ao lado de monstros como o Cerberus e a Hydra.

Origem da lenda

Os primeiros registros de itens, gravuras e textos que falam sobre a quimera datam do século VII a.C. A grande maioria desses artefatos é de origem grega, tida apenas como um mito na maioria dos registros.

De acordo com a versão mais difundida do mito, a quimera é uma fera nascida do cruzamento de outros seres mitológicos. Os registros do mito indicam que a quimera é o produto da união entre a Equidna (metade mulher, metade serpente) e o grande Tifão.

Há lendas que dizem que a quimera é filha de Hidra de Lerna e do leão de Nemeia, ambos mortos pelo herói Hércules. Teria sido criada pelo rei da Cária e, quando adulta, aterrorizado o próprio reino e o reino de Lícia.

Algumas das histórias dizem que o monstro só parou sua destruição quando foi morto pelo herói Belerofonte. Este, por sua vez, estava montado em seu cavalo alado Pégaso. Só com a ajuda desta outra criatura ele teria conseguido derrotar a quimera.

Simbologia

A mitologia e crença popular afirmavam que avistar uma quimera é um presságio de um desastre ou tragédia. O misticismo sobre essa criatura cresceu o suficiente para que muitos cristãos na Idade Média temessem avistar a criatura como um sinal demoníaco.

Sempre descrita como um monstro, a quimera raramente é descrita como uma criatura dócil. Pelo contrário, é tida como um animal muito feroz e assassino.

Relação com a alquimia

A alquimia é o nome da ciência da Idade Média. Combina elementos da física, medicina, arte, espiritualismo, arte, química, astrologia, filosofia, metalurgia, matemática e outros saberes. Também há registros da quimera relacionados a alquimia.

Neste contexto, quimera é a criatura que resulta entre o cruzamento de um animal e um humano. Não no sentido biológico ou sexual, mas no sentido da transmutação. Há também versões que indicam que dois ou mais animais transmutados em um também produzem quimera.

A Europa foi o maior berço da Alquimia. Por isso, os museus dessa ciência possuem registros das tentativas dos alquimistas em produzir uma quimera. Inclusive, relatos textuais de pessoas que foram mortas ao serem submetidas à força nesta experiência.

A bíblia fala sobre a Quimera?

Estudiosos fazem relação entre o mito da quimera e a história de São Jorge. E se parar de pensar, faz muito sentido! Vamos às principais teorias e embasamentos.

Em primeiro lugar, é preciso entender que o auge do poder da Igreja Católica foi na Idade Média. Neste período, um dos trabalhos mais árduos da Igreja foi espalhar o Cristianismo e difundir a religião como a verdade absoluta.

Durante esse processo, houve a expansão do conhecimento de que os dragões não existem. Assim, a lenda da quimera perdeu força e passou a ser vista somente como mitologia, se distanciando cada vez mais da realidade no pensamento do povo.

Mas, como é muito difícil uma informação ou história desaparecer por completo, ainda se falava da quimera. De acordo com os estudiosos do folclore greco-romano, a Igreja substituiu (canonizou) o conto de Belerofonte matando a quimera pela crença de São Jorge matando o dragão.

Inclusive, a figura de São Jorge é representada em textos e gravuras em cima de um cavalo branco, que originalmente seria o Pégaso de Belerofonte. O dragão também, muitas vezes é representado com traços parecidos com o da original quimera.

Dessa forma, a Igreja difundiu a sua versão da lenda e mudou o foco da mitologia para o cristianismo. Mas não se surpreenda com essa fato “criado” relacionado a religião cristã. Esta prática era comum nos primórdios da Igreja e na Idade Média.

O ato de cristianizar elementos mitológicos relacionados ao paganismo era comum para atrair as pessoas para a religião católica. A quimera (dragão) passou a simbolizar o mal, a morte e a mentira. São Jorge ganhou o título de padroeiro da Inglaterra após isso.

Obras que ilustram quimeras

Como acontece com quase todos mitos, folclores e lendas, a quimera é muito ilustrada em livros, filmes, séries e animações. Contudo, a criatura é descrita ou mostrada de várias formas, além da original.

Veja abaixo algumas obras famosas que citam, descrevem ou mostram quimeras:

  • Anime “FullMetal Alchemist”: A animação japonesa retrata fantasiosamente as quimeras de 2 formas. A primeira como um leão combinado com alguma espécie de réptil. A segunda representação é como uma lamentável experiência de transmutação entre uma criança e um cachorro.
  • Harry Potter: A série de livros cita as quimeras como criaturas raras e bastante selvagens. Os trechos que citam estes animais estão no 5º e 7º livros da série, assim como no livro “Animais Fantásticos e onde Habitam”.
  • Filme “Fúria de Titãs 2”: A quimera é representada como um monstro multiforme de 2 cabeças que, juntas, cospem fogo. Sua cauda é uma serpente e possui grandes asas. No longa metragem, trata-se de uma criatura feroz e perigosa.

O que significa sonhar com esse ser?

Sonhar com esta criatura não representa algo bom. A quimera é uma criatura mitológica que não simboliza o bem ou sentimentos positivos. Muito pelo contrário. Desde a Idade Média, a lenda diz que cruzar com uma quimera (mesmo em sonho) é um presságio de desastre e tragédia.

Mas mantenha a calma, isso não quer dizer que algo ruim vai acontecer com você. Na hipótese mais leve, pode simbolizar que você luta por um objetivo muito difícil, que infelizmente tem poucas chances de se realizar. Pode ser um momento de rever suas prioridades.

Na pior das hipóteses, este é um sonho que simboliza que você deve redobrar a atenção. Algo ou alguém ruim pode surgir na sua vida. Por isso, esteja preparado(a).

Peixe Quimera

Peixe Quimera
Esse animal é incomum pois vive nas profundezes dos oceanos (Foto: depositphotos)

O termo “quimera” também dá nome a um peixe cartilaginoso que pode ser encontrado nas profundezas de todos os mares. O animal faz parte dos Chimaeriformes, única ordem da subclasse Holocephali. Por isso, é um animal incomum, não tão fácil de encontrar.

São relacionados com outros animais marítimos como tubarões e raias, o que garante sua sobrevivência em muitos casos. Estima-se que existam pelo menos 30 espécies vivas, todas marinhas.

Fenômeno Quimera: Entenda essa genética rara

A palavra “quimera” também dá nome a um fenômeno genético raro. Em resumo, é quando um animal ou ser humano possui 2 ou mais populações de células geneticamente diferentes, com origem em zigotos distintos.

É muito raro em seres humanos, tendo apenas 40 casos registrados até hoje. Quando acontece em humanos, o fenômeno é conhecido também como quimera tetragamética.

É um evento tão raro que até mesmo o exemplo mais simples é difícil de entender. Mas, para você ter uma ideia, a forma mais fácil de nascer um humano com quimera tetragamética é quando a mulher engravida de gêmeos não idênticos que se unem em um só, de forma perfeita, ainda na fase embrionária.

Significado de SSP

SSP é a sigla usada para se referir a Secretaria de Segurança Pública. Trata-se de um órgão emissor brasileiro que possui diversas funções para a cidadania no país.

Entre as principais atividades da Secretaria estão a emissão de documentos, registros criminais e de desaparecimentos.

Muitos documentos como as carteiras de identidade (RG) podem ter como órgão emissor a Secretaria de Segurança Pública. Isso só quer dizer que foi através dessa Secretaria que foi providenciado este documento para um cidadão brasileiro.

Neste artigo você vai conhecer tudo sobre o significado de SSP, para quê serve esse órgão e um pouco da sua história. Verá também quais são as funções da SSP e como usar essa secretaria ao seu favor.

O que é SSP?

SSP significa Secretaria de Segurança Pública. Em primeiro lugar, é um dos principais órgãos emissores da carteira de identidade brasileira. Quando uma carteira de identidade é emitida para um cidadão, no topo do documento há o nome do órgão emissor e o Estado onde foi feita a emissão.

RG
Esse órgão é um dos principais emissores da carteira de identidade brasileira (Foto: Reprodução | EBC)

Por exemplo, se a sua carteira de identidade for emitida através desse órgão no Estado de São Paulo, terá escrito “SSP-SP” no topo do seu documento.

Por outro lado, se o documento for emitido através da Secretaria de Defesa Social (SDS), que também é um dos principais órgãos emissores, estará escrito “SDS-SP”.

Para quê serve a SSP?

Saber o órgão emissor da carteira de identidade é muito importante em alguns casos. Por exemplo, em caso de matrículas em escolas, faculdades e instituições públicas. Para abertura de contas em bancos e emissão de outros documentos também pode ser preciso saber a origem da emissão.

Além disso, a SSP tem outras funções além de emitir carteiras de identidades. É importante para permitir o registro de boletins de ocorrência de furtos de veículos, desaparecimentos de pessoas, perdas de documentos e outros serviços..

De forma simples, o objetivo da SSP é garantir a ordem pública e as garantias do cidadão. Preservar os direitos conquistados e agir mediante a lei é fundamental nesse processo. Além disso, é um órgão de defesa do patrimônio e da vida, através dos órgãos de segurança pública.

Inclusive, é a SSP que promove diversas ações para prevenir a criminalidade e controlar a posse de armas. Para a Secretaria e outros órgãos de segurança, armas são perigosas e só devem ser usadas por pessoas que possuem permissão e treinamento.

A SSP também é o órgão que emite a Certidão de Antecedentes Criminais. Este é documento que procura registros de indivíduos nos históricos da Polícia, seja autuação ou mesmo prisão. É solicitado por empresas e órgãos públicos.

Quais estados brasileiros têm SSP?

Todos os Estados possuem sua própria SSP, assim como seus trabalhos individuais e coletivos. É importante que haja uma SSP em cada Estado e região do Brasil pois cada local tem suas particularidades e merece atenção preventiva aos direitos da vida, liberdade e patrimônio.

A SSP ainda atua com diversos outros órgãos de administração e segurança de cada Estado. Dessa forma, também ajuda a combater e prevenir a corrupção, reduzir a violência e administrar o serviço penitenciário.

O que é um órgão emissor ou expedidor?

Órgão expedidor ou órgão emissor é o nome que se dá aos órgãos públicos responsáveis por emitir documentos da cidadania. Por exemplo, a carteira de identidade (RG), certidão de nascimento, passaporte, carteira de motorista, entre outros.

Significado de CMYK

Você sabe qual o significado de CMYK? Caso a sua resposta seja negativa, saiba que a partir da leitura desse artigo todas as suas dúvidas e questionamentos a respeito do tema serão esclarecidas.

De antemão, essa é uma sigla bastante presente na indústria gráfica. Ela está ligada a abreviação de cores que são usadas no processo de impressão. São elas Cyan (Ciano), Magenta (Magenta), Yellow (Amarelo) e blacK (Preto).

Pela proximidade no significado, a sigla CMYK é confundida com outra, a RGB. Mesmo com utilização ligada a formulação de imagens, essas duas siglas se diferem na sua aplicação, sobretudo na maneira com que as cores reagem.

O que é CMYK

A sigla CMYK é um sistema de cores formado pelo Ciano (Cyan), pelo Magenta (Magenta), pelo Amarelo (Yellow) e pelo Preto (Black). A exploração do sistema vem a partir da indústria gráfica.

Paleta de cores
A exploração desse sistema de cores vem a partir da indústria gráfica (Foto: depositphotos)

O sistema CMYK é utilizado por impressoras e fotocopiadoras para reproduzir a maioria das cores do espectro visível. Esse processo é conhecido como quadricromia ou sistema subtrativo de cores. Ele se contrapõe ao sistema aditivo, o RGB.

O CMYK pode reproduzir todas as principais gamas de cores existentes.

Cores

O sistema CMYK é formado por quatro cores: Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto (Black). Você já deve ter ouvido falar em muitas dessas cores, porém, no sistema, elas possuem uma ação específica.

Ciano

O cião, ciano ou verde água é uma cor subtrativa (pigmento) primária e cor aditiva (luz) secundária. No sistema CMYK, ele representa a cor oposta ao vermelho. Ele atua como um filtro que absorve a dita cor.

Também chamado de verde-água ou azul-piscina. Encontra-se na faixa dos 485 nm do espectro visível. Também é chamada de cor água (acqua). Da complementaridade do vermelho obtém-se também a cor subtrativa (pigmento) primária ciano (Cyan), usada na quadricromia.

Magenta

O magenta é uma cor-pigmento primária e cor-luz secundária. Ela resulta da mistura das luzes azul e vermelha. Sua cor complementar é o verde. Ao contrário das demais cores, esta cor não está em uma única faixa de ondas no espectro.

A cor é chamada também de fúchsia ou fúcsia. No sistema de cores CMYK, ela se opõe ao verde e o amarelo é a oposta ao azul. Assim, magenta mais amarelo produzirá vermelho, magenta mais ciano produzirá azul e ciano mais amarelo produzirá verde.

Amarelo

O amarelo é uma cor-pigmento primária e cor-luz secundária, resultado da sobreposição das cores verde e vermelho. É a cor entre verde e laranja no espectro da luz visível. É uma cor primária em sistemas de cores subtractivas, usado na pintura ou impressão em cores.

No sistema de cores CMYK, ela se mistura a outras tonalidades para produzir outras combinações de cores.

Preto

No processo, o preto possui importância fundamental, já que é a partir dela que as imagens ganham pigmentação e as cores são definidas. Na sigla, o preto é identificado como “key”, do Inglês significa “chave”, pois é a base.

Quando sobreposta a outras cores, o preto induz a coloração escura. Isso acontece porque a cor que as pessoas enxergam é um reflexo da luz que incide sobre o pigmento. Quando sobreposto, o pigmento induz a pouca reflexão da luz.

Tabela de cores CMYK

A tabela CMYK é constituída através da mistura de cada uma das cores: ciano, magenta, amarelo e preto. São diversas variações de cores de todas as tonalidades. Você também pode utilizar a tabela CMYK como referência para trabalhos.

Tabela CMYK
O sistema CMYK é utilizado por impressoras e fotocopiadoras (Foto: depositphotos)

O que é sistema RGB e CMYK?

O RGB e CMYK são siglas ligadas a representação e formulação de cores em diferentes meios.

O RGB aparece nos objetos que emitem luz como, por exemplo, os monitores de computador, os aparelhos de televisão, as câmeras digitais, entre outros.

Já o CMYK é um sistema de cores usado na indústria gráfica. Apesar de parecidos, esses dois sistemas de cores possuem muitos detalhes que fazem com que sejam únicos. Confira mais sobre o RGB e a diferença com o CMYK.

O que é o RGB?

O RGB, ou Red, Green e Blue, é a sigla usada para abreviar o sistema de cores aditivas do inglês. Já em português, a tradução para essa sigla é Vermelho, Verde e Azul. Bem mais fácil do que muita gente imagina. Porém, qual a relação dessas cores?

Esse sistema de cores também é conhecido por cor-luz. Na grande maioria dos casos, o RGB é usado nos objetos que emitem luz como, por exemplo, os monitores de computador, os aparelhos de televisão, as câmeras digitais, entre outros.

Nos dispositivos eletrônicos citados acima, quando combinadas, essas três cores são capazes de reproduzir todas as demais cores. Trocando em miúdos, funciona como as cores primárias, que todo mundo ver nos primeiros anos, na escola.

O RGB também aparece em uma série de outros dispositivos com as mais diferentes formas de uso, desde facilitar a utilização dos mesmos, até melhorar a qualidade de outros instrumentos tecnológicos, por exemplo.

Qual a diferença entre os sistemas de cores RGB e CMYK?

Entre o RGB e o CMYK existe muita confusão por os dois sistemas estarem vinculados a cores. Porém, eles são mais diferentes do que as pessoas possam imaginar. Para acabar com essa confusão, de uma vez por todas, conheça mais sobre eles:

O RGB, como já foi amplamente discutido no artigo é o sistema de cores usado nos objetos que emitem luz. Esse sistema é formado por três cores bases: Red, Green e Blue em inglês, ou Vermelho, Verde e Azul em português.

Já o padrão CMYK, o processo está vinculado ao emprego de cores no processo de impressão de materiais. A sigla em inglês se relaciona com as cores Cyan, Magenta, Yellow e Black. Já em português, Ciano, Magenta, Amarelo e Preto.

Dependendo da forma com que esse padrão de cores seja usado, ele pode variar um pouco. Como exemplo, em softwares como o Photoshop e o CorelDraw, as cores são vistas de uma forma, que se dá totalmente diferente quando é impressa.

Isso acontece porque, o padrão CMYK representado na tela do computador, ou nos softwares de imagens, é baseado na mistura de cores no computador. No modelo CMYK o resultado da mistura de tintas acontece sobre o papel.

Qual é melhor para impressão CMYK ou RGB?

Como os dois sistemas falam de cores, é comum que as pessoas se questionem a respeito sobre o melhor para reproduzir trabalhos impressos. Pois saiba que entre o CMYK e RGB, o melhor para essa necessidade é o CMYK.

Isso acontece justamente pelo fato do sistema ser baseado em pigmentos. Dessa forma, ele pode ser usado no momento da impressão em papel, tecidos e outros materiais.

Na hora de criar e finalizar a arte que vai ser impressa, o ideal é que ela esteja em CMYK, isso evita que haja variações de cores no material final. É bom destacar que o espectro de cores CMYK é menor que o RGB.

Essa é a explicação para que algumas cores que possam ser visualizadas no monitor do computador, por exemplo, não consigam ser reproduzidas nas impressões em papel.

Pantone

Quando a questão é cor, a Pantone é tida como referência. Ela é uma empresa americana sediada em New Jersey. Seu sistema de cores é amplamente conhecido, sendo utilizado por diversos segmentos da indústria gráfica, têxtil, tintas e plástico.

As cores produzidas por ela, são cores exatas. A título de informação, elas não estão presentes naquelas quatro do CMYK, elas devem ser usadas a parte, e são escolhidas através de uma numeração em seu catálogo.

A Pantone é uma grande influenciadora no mercado. Ela lança tendências e dita a moda quando o assunto é cor. Por acaso você já deve ter ouvido falar na cor do ano, certo? Pois ela é estudada e lançada pela empresa, ano a ano, desde o ano 2000.

O sistema CMYK

Depois de ler todo o conteúdo trabalho nesse artigo, certamente você está bem mais confiante e informado para trabalhar com o sistema CMYK. Isso vai garantir também a qualidade dos seus trabalhos e fidelização de cores nas impressões.

É importante que fique claro que o sistema CMYK é formado pelo Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto (Black). E, através dele, é possível reproduzir todas as principais gamas de cores existentes.

Significado de RGB

Você sabe o que é RGB e o seu significado? Trata-se de um sistema de cores muito comum, usado em diversos aparelhos do dia a dia moderno. Conheça aqui tudo sobre este tema, inclusive as curiosidades e diferenças dos outros sistemas de cores.

RGB é a sigla do sistema de cores aditivas mais conhecido. Formado pelas cores vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue), o sistema as combina para produzir uma imensa gama de outras cores. Seu funcionamento é aplicado em dispositivos eletrônicos como telas de TV, computador e celular.

Por isso, se você enxerga cores nas suas telas de aparelhos eletrônicos, isso só é possível graças a este sistema. Além das telas, o RGB funciona para outros dispositivos eletrônicos, como retroprojetores, scanners, câmeras digitais e até mesmo na fotografia tradicional.

Pode ser um pouco complicado entender como esse sistema funciona. Você pode se perguntar como apenas 3 cores são capazes de formar as outras cores que todo mundo consegue ver nas telas. Abaixo você confere todas as respostas.

Tabela de cores RGB

Também conhecido como sistema de cor-luz, o RGB funciona através da combinação entre as cores vermelho, verde e azul. Veja abaixo como a combinação de cores atua em forma de tabela.

Esquema RGB
RGB é a sigla para Red (Vermelho), Green (Verde) e Blue (Azul) (Foto: depositphotos)

Como você pode ver, as cores são obtidas através da combinação das três cores primárias. Para isso, é preciso identificar vários níveis de mistura e, claro, entender que as quantidades são determinadas para gerar as mais diversas cores e tons.

Pode se dizer que é um sistema muito funcional, uma vez que até hoje é usado em telas digitais e aparelhos em todo o mundo. Ainda não houve um sistema de cores que supere o RGB em quesito eletrônico. Mesmo com os avanços tecnológicos, ainda é o sistema predominante para trabalhar com as cores.

Como funciona o sistema RGB?

O modelo de cores RGB é aditivo, ou seja, ele adiciona uma cor à outra para gerar novas cores no espectro. É considerado o oposto do sistema CMYK, da cor-pigmento, onde o processo é de subtração, e não adição das cores/pigmentos usados.

As cores desse sistema se formam através da mistura das três cores primárias em questão (vermelho, verde e azul). Em determinadas quantidades, cada cor é enquadrada em uma escala que vai de 0 a 255.

Estas quantidades e as combinações delas são imprescindíveis para definir o nível das cores. Dessa forma, quando as três cores RGB estão no valor mínimo da escala (0, 0, 0), o resultado é a cor preta. Quando estão no valor máximo (255, 255, 255), o resultado é a cor branca.

Um fato curioso sobre esse sistema é que ele não produz as cores exatas, mas um resultado parecido para a percepção do olho humano. Porque ele não define o que é vermelho, verde e azul. Espectroscopicamente, o sistema não entende suas cores como a ciência entende.

Por isso, quando você vê uma cor na TV, você enxerga algo muito parecido àquela cor e não a cor exata como quando você vê numa tinta da mesma cor. Outro fator que influencia isso é a luz, um dos fundamentos do sistema RGB na tecnologia.

Quando surgiu este sistema?

O RGB surgiu quando a ciência e tecnologia começaram os primeiros experimentos para tentar reproduzir cores em telas e displays. Vale lembrar que a câmera fotográfica, de vídeo, TV e até mesmo o computador já existiam, mas com telas que não reproduziam cores ou apenas uma cor.

É um modelo baseado na teoria de visão colorida tricromática (três cores). Essa teoria é de autoria do cientista alemão Young-Helmholtz. Mas só funcionou em conjunto com a teoria do triângulo de cores de Maxwell.

Em termos técnicos, trata-se de um modelo aditivo cromático. Esses tipos de processos de cor só foram possíveis graças ao desenvolvimento tecnológico dos tubos de raios catódicos. Estes tubos são muito importantes. Eles que constituem o display de cores ao invés de uma fosforescência.

Em 1953, foram descobertos e entendidos os primeiros padrões de cores das televisões do tipo RCA. Mais em frente, o uso do padrão RGB foi possível nas câmeras Land/Polaroid, pós Edwin Land. Foi um grande avanço em relação ao uso das cores na tecnologia.

Por fim, os padrões de cores funcionaram nas TVs, o que abriu caminho para as televisões a cores. O mesmo sistema logo foi empregado na produção das telas e displays de computadores.

RGB e CMYK: Entenda a diferença

CMYK é a sigla do sistema de cores utilizado na indústria gráfica. Representa as cores Cyan (ciano), Magenta (magenta), Yellow (amarelo) e Black (preto). Trata-se de um sistema de pigmentos para impressão e reprodução de cores.

Enquanto RGB é cor-luz, aplicado à telas e displays, CMYK é cor-pigmento. Ou seja, é tinta, se formos pensar de forma superficial. O segundo sistema, respectivamente, serve para impressões, cópias, fotocópias e produções do tipo.

Além da função, os sistemas são bem diferentes na funcionalidade. Enquanto o RGB atua por adição das cores, o CMYK atua por subtração da luz em relação às cores.

Por fim, e para resumir, o sistema CMYK é utilizado para reproduzir cores em superfícies, não em telas como o RGB.

O que é RGBA

RGBA é um termo e não um modelo de cores. Ele se refere a uso da transparência na tabela RGB de cores. A letra “A” significa “Alpha” (nome usado para definir o transparente). É um termo usado em situações bem específicas.

Por exemplo, se usa RGBA quando nos referimos a representação de cores de origem satélica. Isso mesmo, do satélite que está lá no espaço. O Alpha representa o efeito da turbidez, fenômeno causado pela atmosfera que faz as cores padrões parecerem mais opacas.

O que é cabo RGB

Por último, vamos falar sobre o cabo RGB. É um cabo muito familiar para pessoas que tiveram  videocassetes, aparelhos de DVD e computador desktop (de mesa) nos últimos anos. Tem como principal característica os seus conectores de cores diferentes.

Cabos RGB
É um cabo de transmissão de imagem e som usado em alguns dispositivos (Foto: depositphotos)

Como cada cabo colorido se utiliza de um sinal diferente, a lógica tecnológica foi de que cada um tivesse uma cor. Por isso, pensaram no sistema RGB, onde cada letra representa uma cor. Por isso, o cabo tem esse nome.

É um cabo de transmissão de imagem e som usado em alguns dispositivos. Possui qualidade bem melhor do que o VGA, seu principal e antecessor concorrente. Contudo, ambos são analógicos e hoje já existem processos digitais muito superiores.

Significado de crime passional

É comum as pessoas se depararem com algumas expressões utilizadas no âmbito do Direito que as deixam na dúvida. Nesse sentido, você sabe qual o significado de crime passional? Essa é uma pergunta que será respondida a partir da leitura desse artigo.

Mesmo se tratando de um atentado contra a vida de uma pessoa, o crime passional está sujeito a interpretações próprias por parte dos juízes que estejam julgando o caso. Isso acontece porque não existe uma lei específica que trate dessa modalidade de crime.

Para que não reste mais nenhuma dúvida a respeito do tema, fique atento a todas as orientações que serão passadas a partir de agora. Além do mais, ainda dentro do tema, você vai aprender e se aprofundar sobre várias outras vertentes.

O que é crime passional

Ao pé da letra, o crime passional é caracterizado por uma emoção muito forte que acaba por servir de motivo para o ato. Essa emoção também pode ser classificada de paixão. Na maioria dos casos, o crime passional está vinculado a pessoas que cultivam um amor doentio por outra pessoa.

Revólver e um coração
Não existe uma lei específica que trate dessa modalidade de crime (Foto: depositphotos)

Nesses casos, existe um alto grau de afeto ou de sentimento com a vítima. Esse sentimento, doentio por sua vez, faz com que a pessoa perca o controle e realize ações que podem resultar na morte do companheiro ou companheira.

O crime é comum de ser cometido por pessoas que argumentam se sentirem pouco valorizadas pelo parceiro. O ato acaba servindo de justificativa para o controle que exercem sobre ele. Nas vias de fatos, é como se ele fosse uma propriedade.

Na maioria dos casos, o ciúme que gera toda essa situação pode ser por motivos reais ou imaginários. Segundo artigo publicado por Luiz Paulo Santos no site jus.com.br, “aproximadamente 20% dos homicídios cometidos são causados pelo ciúme”.

Qual a pena para o crime passional

Antes de começar a discorrer sobre o tema, é imprescindível destacar que o crime passional não tem enquadramento jurídico próprio. Ele está relacionado com o artigo 121 do Código Penal Brasileiro, que trata de homicídio.

Trata-se de um crime cometido contra a vida. Nas amarras da lei, o crime passional é classificado como um homicídio privilegiado, onde o criminoso se deixa levar por motivos que afetaram a sua moral perante a sociedade.

Na maioria dos casos, a pena aplicada a este tipo de crime pode variar de 12 a 30 anos de reclusão, dependendo da gravidade e do tipo de interpretação que o juiz que esteja julgando o caso tenha sobre os fatos decorridos.

No Código Penal Brasileiro, no artigo 28, inciso I, é estabelecido que a emoção ou a paixão não excluem a imputabilidade penal.

O crime passional para a psicologia

O fato do crime passional está diretamente ligado ao psicológico da pessoa que o pratica, faz com que ele seja um tema recorrente em estudos no âmbito da psicologia. Em um artigo da advogada Thabita Camargo Siqueira, publicado no site da Polícia Civil do Estado de Goiás, ela traça alguns pontos relevantes sobre o tema.

“No crime passional, em que se desenvolve a violenta emoção, não existe prejuízo nas dimensões neuropsicológica e epistemológica da consciência. Os aspectos afetivos e cognitivos da consciência mantêm-se inalterados no cometimento do crime”.

Se de um lado, não existe vinculação lógica entre distúrbios de personalidade e capacidade de entender e querer, o homicídio situa-se quanto ao aspecto ético da consciência. Dessa forma, segundo Thabita, “o autor de crime passional, logo imputável, deve ser punível, apesar da atenuante ou da redução de pena prevista”.

Sendo assim, a advogada afirma que “à ciência das regras e normas e a necessidade de se comportar de acordo com elas, falta ao agente o domínio ético sobre suas próprias decisões. Isso sugere a necessidade de uma avaliação criteriosa de cada caso, ao se definir a imputabilidade penal”.

Já do outro lado, a paixão que mata não deriva do sentimento de amor ou de honra. “O estado de paixão no momento do crime não obedece a um sentimento de amor ou de honra íntima, senão à falta de controle emocional diante da frustração que lhe provoca seu parceiro, ao ferir a sua autoimagem, autoafirmação e exercício de poder”, explica Thabita.

Crime passional atenuante

Em anos passados, o crime passional poderia ser atenuado – ou com as consequências minimizadas perante a lei – por uma dada circunstância. Agir em legítima defesa era uma delas. Porém, com o passar dos anos, isso foi sendo mudado.

Para que a legítima defesa seja constatada é preciso que alguns pontos estejam presentes no amontoado de provas, quando o mesmo vier a ser julgado. Veja quais são algumas dessas provas:

  • Agressão física contra a pessoa humana
  • Agressão injusta ou ilícita
  • Agressão ocorrendo ou que esta prestes a acontecer
  • O ato ilícito deve ser impedido por meios necessários, estes menos lesivos
  • Que o meio em questão seja empregado com moderação, para que a agressão não seja repetida
  • Agressão dirigida à proteção de direito próprio ou de terceiro

Crime passional e feminicídio

Por envolver algumas características em comum, muita gente ainda confunde o crime passional com o feminicídio. Mas, para que tudo fique claro, o feminicídio vem como fruto de uma perseguição e morte intencional de pessoas do sexo feminino.

Além do ciúme, que é um dos motivadores do crime passional, o feminicídio pode ser executado pela simples repulsa ao indivíduo do sexo feminino, ou seja, matar só porque é mulher.

Na lista de agressões que podem estar relacionadas ao feminicídio, destaque para as agressões físicas, agressões psicológicas, ameaças, assédio sexual, estupro, tortura, mutilação genital, negação de alimentos e maternidade, entre outros.

De modo geral, o feminicídio pode ser considerado uma forma extrema de ódio e repulsa às mulheres. Essa ação é classificada como um crime hediondo no Brasil, ou seja, um crime considerado de extrema gravidade.

Cena de crime
O feminicídio é caracterizado pela simples repulsa ao indivíduo do sexo feminino (Foto: depositphotos)

Crimes passionais no Brasil

O Brasil é um país onde a violência faz parte da vida de muita gente, sobretudo em alguns recortes geográficos nas grandes e pequenas cidades. Ela ocupa as manchetes de jornais e também é a grande responsável pela morte de muita gente.

No que diz respeito aos crimes passionais, alguns episódios ficaram famosos pelas pessoas que envolveram e até pela repercussão que os casos acabaram ganhando na grande mídia.

A partir de agora, veja alguns casos de crimes passionais que repercutiram no Brasil:

Dorinha Durval

O caso de Dorinha Durval ficou conhecido na grande mídia por ela ser uma atriz da rede Globo. Desde a adolescência, Dorinha era vítima de abusos. Aos 15 anos foi violentada. Devido a problemas financeiros, teve de se prostituir.

Quando achou que a vida estava sorrindo para ela, no segundo casamento, este com o cineasta Paulo Sérgio Alcântara, ela se deparou com um relacionamento bastante conturbado.

A história teve um desfecho tráfico, quando Dorinha, ao ser agredida pelo marido. Resolveu revidar. Ela pegou uma arma e deu três tirou no marido, que faleceu na hora.

Paula Thomaz e Guilherme de Pádua

Na década de 1990, um caso chocou a população brasileira pela frieza e brutalidade.

Guilherme de Pádua contracenava com a vítima, a jovem atriz Daniela Perez, filha da escritora Glória Perez, em uma novela da Rede Globo. Entre uma gravação e outra, Guilherme contou com a ajuda da esposa, Paula Thomaz para cometer o crime.

O que motivou o ato foi a obsessão que o ator tinha por Daniela. A arma usada no crime foi uma tesoura.

Antônio Carlos Pimenta Neves e Sandra Gomide

Outro caso que ficou bastante conhecido foi o de Antônio Carlos Pimenta Neves, que ocupava o cargo de diretor de redação do jornal O Estado de São Paulo e Sandra Gomide.

Na época, os dois haviam acabado um relacionamento de quatro anos. Antônio Carlos tentou se reconciliar com a ex-namorada, mas não obteve sucesso. Tomado pelo ciúme, ele tomou a atitude de matar a ex-companheira.

Para tanto, ele ficou esperando a jovem chegar no haras onde costumava cavalgar e, após uma discussão, cometeu o crime. Após isso, ele ingeriu 72 remédios, precisando ser internado para desintoxicação.

Heloá Pimentel e Lindemberg Alves

Esse último caso envolve um jovem casal. Heloá Pimentel (15 anos) e Lindemberg Alves (22 anos) haviam acabado um relacionamento. O que motivou o término foram as constantes agressões sofridas por Heloá.

Por não aceitar o término, Lindemberg Alves resolveu tomar uma atitude drástica. Ele manteve a jovem Heloá e uma amiga em cárcere privado. Por mais de 100 horas, o caso foi acompanhado por muitos veículos de comunicação, o que trouxe para o caso grande repercussão.

No desfecho do caso, Lindemberg matou a jovem e feriu sua amiga com um tiro.

O crime passional: conclusão

Por tudo que foi apresentado no artigo, o crime passional é um ato de desespero, onde o que motiva pode, por vezes, ser evitado. Isso vai depender do controle do possível agressor para com a vítima.

Para tanto, ao menor indício de que algo não está decorrendo dentro da normalidade, psicologicamente falando, a dica é procurar um profissional para ajudar no tratamento. É imprescindível dizer que o crime passional pode levar sim a cadeia.

Significado de OTP

Você sabe o significado de OTP? A gíria é bem moderna e está frequentemente associada às redes sociais. Assim como diversas abreviações utilizadas hoje em dia, ela tem origem na língua inglesa e causa curiosidade quando empregada. Quer saber o que significa? Continue a leitura.

OTP significa One True Pairing em inglês. Em uma tradução literal poderíamos dizer que significa “um par verdadeiro”. Em uma tradução mais livre é algo como o par perfeito, como costumamos falar mais no Brasil.

Quando usar OTP

Essa expressão OTP ou One True Pairing é empregada, principalmente, para falar sobre dois personagens de filmes, séries, novelas que formam um casal perfeito. Então, quando um casal lhe inspira, você falar que ele é para você um OTP.

OTPs mais famosos das redes sociais

Chuck e Blair de Gossip Girl

Chuck e Blair de Gossip Girl
(Foto: Reprodução | Wet Paint)

Chuck e Blair são um típico OTP da série Gossip Girl. A junção de duas personalidades bem diferentes é a dona das cenas mais românticas da produção americana.

Chuck é um jovem mimado que não mede consequências para atingir seus objetivos, ele chega a ter pintadas de maldade em alguns episódios. Já Blair é a típica rainha da escola que não dá o braço a torcer pelo romance.

O resultado é uma química incrível que conquista a todos que veem os dois em cena.

Rachel e Ross de Friends

Rachel e Ross de Friends
(Foto: Reprodução | Today)

A série é antiga e já faz tempo que foi encerrada. Porém, Friends é tão atemporal que cada dia surgem novos fãs da série. Engraçada e inteligente, não poderia faltar no elenco dois personagens OTP.

Rachel e Ross têm uma química muito boa, mesmo embalada por frequentes desentendimentos e ida e vindas. Um casal fofo que nasceu para ficar junto!

Claire e Jamie de Outlander

Claire e Jamie de Outlander
(Foto: Reprodução | Medium)

Para não falar somente de séries que já se despediram das telinhas. Tem o casal mais OTP do momento: Claire e Jamie de Outlander.

Essa série britânica fala de amor, história e tem paisagens lindas. Tudo temperado com muitos desencontros que fazem desse casal um dos mais cobiçados do momento.

Shippar é a mesma coisa de OTP?

Vamos esclarecer algumas diferenças. Shippar é quando você torce para um casal ficar junto, mas não necessariamente ele fica. Por exemplo, você pode shippar duas pessoas na vida real e não só no mundo virtual, do cinema ou literatura.

O ato de shippar é acreditar que aquelas duas pessoas dariam certo e você começa a torcer para um romance acontecer. Às vezes acontece, outras não.

Já OTP acontece, geralmente, quando o casal já está junto ou muito próximo. Daí você enxerga o casal perfeito. Mesmo que o relacionamento já tenha acabado ou passe por altos e baixos, a sigla de One True Pairing se aplica aí.

Mas isso não é tão engessado assim. Há pessoas que se remetem aos casais que nunca ficaram juntos como OTP e que shippam aqueles mesmo quando já estão juntos, porque não quer que eles se separem.

Mas que fique claro: o usual é usar shippar para querer unir casais e OTP para casais que já estão juntos e formam uma união perfeita!

Influência da língua inglesa

É natural termos tantas expressões em inglês no nosso dia a dia. Principalmente com a influência das redes sociais que tornam tudo mais próximo.

De acordo com o site da Cultura Inglesa, isso acontece pois “a língua inglesa é considerada a língua da internet, da informática, do cinema mundial, dos esportes internacionais, dos encontros científicos, do comercio internacional e do turismo”.

Por isso, é fundamental sabermos um pouco da língua e algumas partes delas já aprendemos automaticamente de tanto que vemos por aí. Por isso, a escola de idiomas lembra: “em um mundo globalizado, a língua inglesa é fundamental, tanto na hora de conquistar um novo emprego quanto na hora de conhecer as culturas de outros povos ao redor do mundo”.

E isso é bem verdade, além das palavras já inseridas em nosso cotidiano como: email,  web site, shopping center, download, hambúrguer, drive thru, look, hot dog, facebbok, apple e tantas outras palavras, marcas e ações, é crucial sabermos o significado das expressões mais básicas em inglês.

Memes de OTPs

Clair e Chuck

Já que abrimos nossa seleção de casal OTP mais amado das séries americanas, segue um meme de Clair e Chuck para você se inspirar nesse querido casal.

(Foto: Reprodução | Se liga nas Frases)

Derek e Meredith

http://overdosedeamor.tumblr.com/post/136222650458/4×10-greys-anatomy

Esse casal de Grey’s Anatomy foi durante muitos anos o protagonista da série que se passa nos bastidores de um hospital. Derek e Meredith são fofos e merecem muito título de OTP.

Olivia e Fitzgerald Grant III

(Foto: Reprodução | Pinterest)

Olivia Pope, a ex-consultora de comunicações da presidência, vive desafios no dia a dia para proteger a imagem dos políticos e assessores da Casa Branca. Porém, em meio a todas as turbulências do centro político mais importante do mundo, Washington, ela vive um caso de amor com Fitzgerald Grant III, nada mais nada menos que o presidente norte-americano. Ambos são um dos casais mais OTP das séries da Netflix, mesmo com a série já tendo sido encerrada.

Lara e Peter de Para Todos os Garotos que Já Amei

(Foto: Reprodução | Pinterest)

O casal Lara e Peter é o mais novo queridinho da internet. Os personagens são os protagonistas do filme ‘Para Todos os Garotos que Já Amei’. O casal foto com certeza é o número um quanto o assunto é OTP. Basta assistir à produção para ter certeza que eles são um par perfeito!

Hazel e Augustus de a A Culpa é das Estrelas

(Foto: Reprodução | Pinterest)

Esse casal nasceu no livro de John Green e conquistou as telonas de cinema em pouco tempo. O casal se apaixona em uma fase difícil da vida de ambos e a história é pura emoção. Hazel e Augustus é um típico casal OTP.

Allie e Noah de Diário de Uma Paixão

(Foto: Reprodução | Pinterest)

Esse casal é muito OTP! Basta assistir às primeiras cenas de Diário de Uma Paixão para se apaixonar pelo casal protagonista. Inspirado em um livro de Nicholas Sparks, esse romance passa por várias fases até que os personagens principais, Allie e Noah, finalmente se entendam. É uma história romântica de um par perfeito!

Landon e Jamie de Um Amor para Recordar

(Foto: Reprodução | Pinterest)

Esse filme também originou um casal OTP para lembrarmos durante muitos anos. Landon e Jamie formam um casal improvável em um dos livros de Nicholas Sparks que virou romance mundial após chegar aos cinemas. A história é emocionante e já aviso: vem muitas lágrimas por aí!

Significado de #Fbf

Você já deve ter se perguntado qual o significado de #fbf, uma hashtag muito utilizada nas redes sociais, principalmente no Instagram. Para quem ainda não sabe, essa gíria é uma sigla da palavra em inglês  “flashback friday”, que em português quer dizer “sexta-feira da retrospectiva”.

Além desse significado, a famosa #fbf também pode ser traduzida como  simplesmente “sexta-feira do flashback”. E assim como outras expressões, são utilizadas como gírias na internet.

Para entender melhor sobre o uso dessa sigla, acompanhe esse artigo. Além disso, você pode aprender a diferença entre #fbf e outra gíria famosa o #tbt. Também é possível conhecer as melhores formas de se utilizar as hashtags.

Significado de #fbf nas redes sociais

O sentido dessa expressão nas redes sociais está relacionado com o significado dela propriamente dito. Como já visto, o  “flashback friday” (fbt) deve ser aplicado quando a publicação é antiga, mas é relembrada em uma sexta-feira.

Amigos numa foto
Essa gíria é muito usada nas redes sociais para postar fotos antigas nas sextas-feiras (Foto: depositphotos)

Por exemplo, alguém publica uma foto que remete boas lembranças. Na legenda dessa imagem, coloca a hashtag #fbf, o que automaticamente indica que a foto é fruto de um momento nostálgico.

Mas, claro, tem uma regrinha simples que deve ser seguida sempre: a hashtag só pode ser usada nas sextas-feiras. Como o próprio nome já sugere, a gíria é utilizada corretamente apenas nesse dia da semana.

Uso no Instagram

Vamos supor que você fez uma viagem inesquecível para a Disney. Durante os dias em que esteve se divertindo em Orlando, tirou diversas fotos mas não publicou todas elas.

Após a viagem, de volta a rotina, chega uma sexta-feira e você quer postar uma das fotos da viagem que ficou na galeria de imagens. Para não criar a falsa ideia de que você ainda está na Disney, basta colocar o #fbf.

Automaticamente as pessoas vão entender que aquela foto é simplesmente uma retrospectiva. E é #fbf pois foi postado exatamente em uma sexta-feira. Além disso, você pode escolher em colocar apenas a hashtag como legenda ou incrementá-la com mais algum texto.

Vale ressaltar que esse tipo de publicação serve para movimentar suas redes sociais, mesmo que você não tenha novas fotos na galeria. E claro, não precisa ser obrigatoriamente de uma viagem.

Por exemplo, você pode aproveitar essa gíria para postar fotos antigas que remetem a sua infância. Também pode ser uma retrospectiva de sua festa de aniversário, de casamento, de um encontro especial, uma apresentação etc.

Qual a diferença entre #fbf e #tbt?

Antes de mais nada, é preciso reconhecer que a #fbf foi criada como um complemento da #tbt. Para quem não sabe, essa segunda gíria começou a ser utilizada desde o início do Twitter, mas foi em 2012 que se consolidou como uma tradição.

A sigla tbt significa “Throwback Thursday”. Enquanto o Throwback quer dizer retrocesso ou retorno ao passado, Thursday em português é quinta-feira. Sendo assim, a hashtag é usada para relembrar fatos ou acontecimentos antigos.

O que diferencia o fbf e tbt é o dia em que cada um deve ser publicado. Portanto, o primeiro deve ser usado nas sextas-feiras. Já o segundo, nas quintas-feiras.

Então, se você quis postar uma foto para relembrar o passado na quinta-feira com o #tbt, mas esqueceu. Tem a sexta como uma segunda oportunidade, através da #fbf.

Hashtag: o que é e como utilizar esse recurso na internet?

Chamado de hashtag, o símbolo do jogo da velha (#) é utilizado nas redes sociais para criar categorias de determinados assuntos. É como se fosse um hiperlink que une todas as publicações que utilizaram determinada expressão.

Por isso que quando no Instagram alguém posta a foto com a legenda #fbf, essa gíria fica destacada de azul e ao clicar nela abre outras publicações que a usaram.

Além da rede social das fotos, a hashtag também pode ser utilizada em outros meios. Por exemplo, Facebook e Twitter são dois grandes criadores de expressões como essas.

Mas além de saber o que é uma hashtag, é preciso entender também como utilizar esse recurso. Nesse sentido, seguem algumas regras a respeito de como utilizá-las:

  • Não coloque muitas palavras: Evite criar frases com hashtag, elas devem ser curtas. Por exemplo, não use #minhafamiliaelindagraçasadeus. Pelo contrário, prefira #minhafamilia #familialinda #graçasadeus
  • Não separe as palavras: Separar as palavras corta o efeito do #, por isso deixe as palavras juntas
  • Use uma hashtag que tenha relação com a foto: Se a foto é sobre uma viagem, você pode explorar a hashtag com palavras que envolvem essa área, tanto em português como em outras línguas. Como, #viagem #viagemdossonhos #travel
  • Não crie uma hashtag para cada palavra: Se a palavra faz sentido sozinha, então ela pode ser uma hashtag, como o próprio termo viagem. Mas se ela não tem um significado sozinha, deve estar acompanhada de outros termos. Um exemplo para não fazer é #familia #é #uma #benção. Nesse caso, una tudo em uma única hashtag, #famíliaéumabenção
  • Use-as corretamente: Se a #fbf é referente à sexta-feira, então empregue-a apenas nesse dia da semana. Já no caso do #tbt, use-o somente nas quintas. Mas caso você queira postar uma foto durante a semana e não é nenhum desses dias, coloque apenas a hashtag #tb, uma sigla que significa “Throwback”, uma gíria que remete ao passado sem definir dia.

Hitmaker: significado, conceito e definição

Você sabe qual é o significado da palavra “hitmaker”? Se você gosta de música, especialmente música pop, deve ter se deparado algumas vezes com esse termo. Sendo assim, vamos te explicar tudo sobre o significado, conceito, história e exemplos dessa palavra!

O que é “hitmaker”?

Hitmaker é um termo de origem estadunidense que nada mais é do que a junção entre as palavras hit (sucesso) e maker (produtor, aquele que faz). Assim, hitmaker quer dizer “aquele(a) que faz ou produz músicas de sucesso”.

Contudo, este é um termo associado ao mundo da música apenas. Ou seja, é usado para definir cantores, produtores, bandas e grupos que conseguem lançar hits musicais com certa frequência. Isto é, músicas que ficam famosas e agradam a maioria.

Caixa de som
Para ser considerado um hitmaker, o profissional precisa emplacar vários hits (Foto: depositphotos)

Sendo assim, podemos dizer “Michael Jackson foi um grande hitmaker enquanto esteve vivo”, por exemplo. Pois é possível lembrar de várias músicas do cantor que foram grandes sucessos e que até hoje tocam em vários lugares.

Usando um exemplo mais atual, podemos usar a cantora Rihanna, considerada uma das maiores hitmakers da última década. É comum encontrar matérias jornalísticas (sites, TV, jornais impressos e revistas) se referindo a cantora Rihanna como a grande hitmaker da atualidade, pois sempre está lançando músicas que são enormes sucessos.

Exemplos de hitmakers

Com o avanço da internet, o consumo de músicas (assim como vários outros produtos digitais) aumentou consideravelmente. Dessa forma, é possível apontar vários hitmakers da atualidade, o que era algo difícil de conseguir no passado.

Por exemplo, no começo do milênio, bastava alguém perguntar “quem são os hitmakers atuais?” e a resposta da maioria seria “Michael Jackson, Madonna, Britney Spears e outros”. Hoje em dia, há vários hitmakers de vários tipos musicais. Artistas e produtores que conseguem emplacar hits nas paradas frequentemente.

Mesmo assim, ainda existem alguns hitmakers que nunca saem dos holofotes devido a sua capacidade de lançar músicas que viram hits instantâneos. Rihanna, Katy Perry, Ariana Grande, Anitta, Pharrel, Mark Ronson e Lady Gaga são alguns dos exemplos mais recorrentes.

De onde surgiu o termo?

Ainda não se sabe onde ou como esse termo surgiu. Tudo o que se sabe é que o termo começou a ser usado para se referir a produtores musicais que faziam músicas para artistas famosos.

Por exemplo, se um artista escolhia fulano para produzir o seu novo álbum musical, ele era escolhido por ser um “hitmaker”, capaz de fazer músicas com potencial de sucesso.

Há alguns anos, o termo começou a ser usado para se referir aos artistas e não só aos produtores. Acredita-se que isso aconteceu porque os cantores começaram a ter mais envolvimento nas produções e composições das suas músicas.

Posso chamar de hitmaker quem tem só um hit?

Não, hitmaker é um adjetivo que define um artista ou produtor que faz vários hits, não apenas um. Esta é uma denominação que eleva o nome do artista através do conceito de que ele ou ela é capaz de acertar várias vezes.

Quando é só uma vez, o público pode até amar o artista, mas não o definirá como hitmaker.

Por exemplo, o cantor PSY lançou o seu famoso vídeo e música “Gangnam Style” em 2012. A música foi uma quebradora de recordes, com o seu videoclipe alcançando o posto de vídeo mais assistido do Youtube na época.

Contudo, ele não é chamado de hitmaker, pois não conseguiu lançar outras músicas com o sucesso parecido.

Claro, ele não é um artista menor ou pior do que os outros por isso, ou que suas músicas seguintes não ficaram famosas também. O que queremos exemplificar aqui é um cantor pode ter um enorme hit, mas ele só será conhecido como hitmaker se ele(a) manter um nível de sucesso musical constante em seus trabalhos.